Desenvolvi uma sociopatia leve. Apatia pelas mulheres vestindo a pele da presa à noite. Os vestidos e a aparente violência com a concorrência. Pessoas esbarrando umas nas outras em um espaço fechado. Bebidas demais, espaço de menos. Perfume demais, sorriso de menos. Então saí correndo para pensar no café. A rua cheia de tudo, numa loucura tribal urbana meio propositalmente esquizofrênica. Então entendi que a sociopata não sou eu. Augusta nunca mais. A violência das relações interpessoais nos bares ensurdece. Eu sempre prefiro um café.
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