Ligue para a NET. Vá ao supermercado. Dê-me um pedaço de sua atenção cotidiana e me inclua nos planos simples, como o de conversas sobre os projetos gráficos dos sacos de batata congelada. Ligue para a NET, eu insisto. E no intervalo do seus negócios e pensamentos criativos, tente fingir que eu existo para além da sobriedade das contas.
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